O sintoma que ninguém fala mas que pode dizer muito. Todos o estão a ignorar

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Médicos franceses apontam este como um dos sintomas das infeções causadas pelo novo coronavírus, e que todos o estão a ignorar.

Médicos franceses apontam a perda total de olfato como um dos sintomas das infeções causadas pelo novo coronavírus na origem da pandemia covid-19.

Os sintomas que frequentemente aparecem associados ao coronavírus SARS-CoV-2 são febre, tosse e dificuldades respiratórias.

Contudo, na sexta-feira, a rede de otorrinolaringologistas franceses alertou para o aumento de casos de anosmia (perda total do olfato) entre doentes com covid-19.

A ausência de olfato foi descrita por vários doentes, em França, como tendo surgido de forma isolada ou ligada aos sintomas habituais da covid-19, doença que pode provocar infeções respiratórias como pneumonia.

Segundo o presidente do Conselho Nacional Profissional de Otorrinolaringologia de França, Jean-Michel Klein, “há uma ligação evidente” entre a perda de olfato e o SARS-CoV-2.

Jean-Michael Klein sublinhou que “nem todos os casos positivos” de covid-19 apresentam anosmia, mas “todos os anosmáticos isolados, sem causa local ou inflamação, são casos positivos” de covid-19.

Regra geral, a perda total de olfato está associada a uma lesão no nervo olfativo.

Na sexta-feira, num balanço diário da situação epidemiológica, o diretor-geral da Saúde francês, Jérôme Salomon, ressalvou que se trata de um sintoma “bastante raro” e “geralmente” observado nos mais jovens, que têm as formas “menos severas” da doença covid-19.

Jérôme Salomon aconselhou que, em caso de perda total de olfato, as pessoas contactem o seu médico e evitem automedicarem-se.

Por precaução, as pessoas com anosmia devem estar confinadas em casa e usar máscara, recomendou o presidente do Conselho Nacional Profissional de Otorrinolaringologia francês, Jean-Michael Klein.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 271 mil pessoas em todo o mundo, das quais pelo menos 11.401 morreram.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se já por 164 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma pandemia.

Fonte: noticiasaominuto.com

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