Qual a idade ideal para ser mãe? A ciência revelou-a finalmente!

O maior desejo de muitas mulheres é ser mãe. Muitas de nós começam a pensar e a sonhar desde a infância, outras começam a despertar este interesse apenas na idade adulta. Também há quem não tem vontade nenhuma de ser mãe, mas não entram nesta questão.

A idade, sempre que uma mulher pensa em ser mãe, biológica, é uma inimiga constante. Existem também aquelas mulheres que, por “n” motivos não podem ser mãe biológicas, o que não quer dizer que não possam ser mães, afinal de contas, elas também podem adoptar, contratar barriga de aluguer, enfim…

É importante lembrarmos que não temos o intuito de criticar, julgar, muito menos impor verdades absolutas. O nosso objectivo é único e exclusivo de informar e entreter. Por isso, o conteúdo dessa matéria se destina àqueles que se interessarem e/ou identificarem.

Como muitos de nós sabemos, a gravidez depois dos 30 anos era considerada gravidez de risco, tanto para a mãe quanto para o bebé. Mas será que hoje, ainda o é?!

De acordo com estudos recentes, cientistas da Universidade de Southern, Califórnia (EUA), apontam que a idade ideal para ser mãe é aos 35 anos, pois nessa idade, a expectativa de vida aumenta e há melhoras nas habilidades mentais da mulher.

Um teste feito com 830 mulheres em idade pós-menopausa, as mulheres que foram mães depois dos 30 anos apresentaram melhores habilidades verbais quando comparadas com aquelas que tiveram filhos entre os 15 e 24 anos. Essa “nova idade” é considerada a ideal por causa das interferências hormonais causadas no cérebro feminino.

“No caso das mães consideradas mais velhas que a maioria, o processo tem resultados positivos devido às funções cognitivas já amadurecidas.”

De facto, a idade ideal para ser mãe depende de pessoa para pessoa. A escolha do momento certo deve ser feito pela mulher. Essa pesquisa é importante, pois mostra às mulheres que ser mãe depois dos 30 não é tão perigoso quanto se pensa.

E, pelo contrário, pode apresentar algumas vantagens. Além disso, actualmente, são poucas as mulheres que deixam a vida profissional para seguir a maternidade, na verdade, o contrário é bem mais comum.

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